
Penso se devo apagar a luz
Não encontro luar no meio do escuro
A claridade que me afagou
Embora foi…e não deixou rumo..
Haviam outras pombas a voar a cidade
Não podia prendê-la
Não era minha..Nunca foi…
Apenas o pensamento julgava
Saltar dos telhados sem medo
Mas não era minha
A claridadeNão era …
É de tanta gente, quer tanta gente
Prefiro o escuro a não a ter
Pois nele embalo o meu doce fado
Prefiro o escuro para a não ver
Não a condeno por querer mais pombas
Nas sombras minhas eu não a prendo
Não era minhaNunca foi minha
Eu é que fui lá fantasiando…
Que pena tenho
Não era minha
As outras pombas vão lá voar
Não era minha, agora entendo
Penas ao vento eu vou guardar!
O escuro veio levou sem querer
O que já nunca queria perder
Julgo que a pomba vai perceber
Que há claridade ao amanhecer!
Não era minha!Nunca foi!
Eu é que pensava…….
Não encontro luar no meio do escuro
A claridade que me afagou
Embora foi…e não deixou rumo..
Haviam outras pombas a voar a cidade
Não podia prendê-la
Não era minha..Nunca foi…
Apenas o pensamento julgava
Saltar dos telhados sem medo
Mas não era minha
A claridadeNão era …
É de tanta gente, quer tanta gente
Prefiro o escuro a não a ter
Pois nele embalo o meu doce fado
Prefiro o escuro para a não ver
Não a condeno por querer mais pombas
Nas sombras minhas eu não a prendo
Não era minhaNunca foi minha
Eu é que fui lá fantasiando…
Que pena tenho
Não era minha
As outras pombas vão lá voar
Não era minha, agora entendo
Penas ao vento eu vou guardar!
O escuro veio levou sem querer
O que já nunca queria perder
Julgo que a pomba vai perceber
Que há claridade ao amanhecer!
Não era minha!Nunca foi!
Eu é que pensava…….