
Queria apanhar as estrelas
com um simples esticar de braço
queria conseguir tê-las
guardadas no meu regaço
Há forças que outros têm
Para te elevar aos céus
coisas que a mim não vêm
não chegas aos braços meus
Aquele caminho florido
tenho medo no momento
que foi tanto o meu abrigo
Vire um areal sangrento
Daquele que escapa sem dó
das mãos que mais o adoram
aquele que vira pó
aquele que os meus olhos choram
Não vás por esse caminho
Não escolhas ficar sozinho
Não olhes que não vês nada
Vai até de madrugada...
Estou aqui...
No escuro,
Mas estou!




