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quinta-feira, 14 de maio de 2009


Queria apanhar as estrelas

com um simples esticar de braço

queria conseguir tê-las

guardadas no meu regaço


Há forças que outros têm

Para te elevar aos céus

coisas que a mim não vêm

não chegas aos braços meus


Aquele caminho florido

tenho medo no momento

que foi tanto o meu abrigo

Vire um areal sangrento


Daquele que escapa sem dó

das mãos que mais o adoram

aquele que vira pó

aquele que os meus olhos choram


Não vás por esse caminho

Não escolhas ficar sozinho

Não olhes que não vês nada

Vai até de madrugada...


Estou aqui...

No escuro,

Mas estou!